Paris de bicicleta: como as ruas estão mudando?

Pessoas caminhando e descansando junto ao Sena, com uma bicicleta e uma ponte ao fundo. Ilustrando artigo Paris de bicicleta: como as ruas estão mudando?

Na rue de Rivoli, bicicletas circulam ao lado de edifícios e arcadas que continuam reconhecíveis. A mudança aparece principalmente no chão: separadores, faixas e regras de acesso reorganizam quem pode ocupar cada parte da rua. Nas margens do Sena, antigos espaços de circulação de automóveis receberam caminhadas, bicicletas e atividades de lazer. Em outros bairros, … Ler mais

Noite em Paris: por que alguns bairros concentram movimento?

Fachada iluminada do Grand Rex à noite, com letreiro e faixas comemorativas de 90 anos. Ilustrando artigo Noite em Paris: por que alguns bairros concentram movimento?

Uma saída de cinema coloca dezenas de pessoas na calçada. Perto dali, bares continuam recebendo clientes, enquanto moradores tentam dormir nos apartamentos acima. Mais tarde, parte desse movimento segue para outros estabelecimentos ou procura transporte para voltar. A noite em Paris não ocupa todos os bairros da mesma maneira. A concentração de espaços de lazer, … Ler mais

Ilha Norte da Nova Zelândia: por que há tantos vulcões?

Estrada com veículo e Ngauruhoe parcialmente encoberto por nuvens ao fundo. Ilustrando artigo Ilha Norte da Nova Zelândia: por que há tantos vulcões?

Um cone se destaca entre as montanhas de Tongariro. Em Rotorua, água quente e vapor aparecem na superfície. Em Auckland, crateras cobertas por vegetação fazem parte da paisagem urbana. Esses lugares da Ilha Norte da Nova Zelândia revelam atividades vulcânicas, mas não representam um único tipo de sistema. A concentração está ligada principalmente à posição … Ler mais

Praias de Sydney: por que o mar muda de uma para outra?

Vista de Palm Beach à esquerda e Pittwater à direita, separados por uma faixa de terra, a partir de Barrenjoey. Ilustrando artigo Praias de Sydney: por que o mar muda de uma para outra?

De um lado de Palm Beach, as ondas chegam à praia voltada ao oceano. Do outro, Station Beach acompanha as águas de Pittwater, numa posição mais abrigada. Uma faixa estreita de terra separa ambientes que podem apresentar condições bastante diferentes. Esse contraste ajuda a compreender as praias de Sydney. Estar na mesma cidade não significa … Ler mais

Ambientes extremos na África: como a vida encontra água?

Neblina ao fundo de uma paisagem arenosa com vegetação esparsa no deserto do Namibe. Ilustrando artigo Ambientes extremos na África: como a vida encontra água?

Um besouro inclina o corpo sobre a areia para recolher gotículas de neblina. Na Tanzânia, flamingos se reproduzem num lago salino e alcalino, cercado por terrenos secos. As duas situações mostram que encontrar água envolve mais do que localizar uma poça ou esperar pela chuva. Nos ambientes extremos na África, a água pode chegar pelo … Ler mais

Cavernas da Oceania: como a água transforma a rocha?

Água do rio subterrâneo entre paredes rochosas na Imperial Cave, em Jenolan, Austrália. Ilustrando artigo Cavernas da Oceania: como a água transforma a rocha?

Um rio atravessa uma passagem subterrânea. Do teto, estruturas finas apontam para o chão. Na parede, uma concha fossilizada registra uma época em que aquele material fazia parte de um ambiente marinho. Esses elementos podem aparecer próximos, mas pertencem a processos e tempos diferentes. A rocha se formou antes da cavidade. O rio participou da … Ler mais

Aldeias de Portugal: como o relevo organiza as casas?

Fachada de uma construção entre grandes penedos de granito em Monsanto, Portugal. Ilustrando artigo Aldeias de Portugal: como o relevo organiza as casas?

Uma pedra enorme ocupa parte da cobertura de uma casa. Em outra povoação, telhados aparecem em níveis sucessivos sobre a encosta. Mais adiante, uma muralha acompanha afloramentos rochosos e concentra a passagem em poucas portas. Essas situações ajudam a interpretar as aldeias de Portugal. Casas de pedra e ruas estreitas podem parecer semelhantes numa fotografia, … Ler mais

Sítios arqueológicos sul-americanos: por que estão ali?

Estruturas arqueológicas de Caral em terreno seco, com montanhas áridas ao fundo. Ilustrando artigo Sítios arqueológicos da América do Sul: por que estão ali?

Uma praça circular em terreno desértico, monumentos de pedra no Altiplano e uma grande rocha esculpida sobre uma colina. Entre os sítios arqueológicos da América do Sul, Caral, Tiwanaku e Samaipata apresentam paisagens diferentes, mas provocam uma pergunta semelhante: o que sustentava a vida nesses lugares? Para respondê-la, é preciso olhar além das construções. Um … Ler mais

Rituais de passagem: como se ligam ao território?

Luva trançada com formigas tucandeiras utilizada em ritual Sateré-Mawé. Ilustrando artigo Rituais de passagem: como se ligam ao território?

Uma luva trançada com formigas, fios preparados durante um período de reclusão e instrumentos associados a lugares sagrados. Nos rituais de passagem, os objetos e os gestos podem revelar relações que ultrapassam a pessoa iniciada. Aprender uma técnica, reconhecer responsabilidades e participar de encontros também envolve conhecimentos sobre materiais, lugares e relações comunitárias. É por … Ler mais

Cidades azuis: por que a cor aparece de formas diferentes?

Rua de Chefchaouen com paredes e degraus em diferentes tons de azul e superfícies brancas. Ilustrando artigo Cidades azuis: por que a cor aparece de formas diferentes?

Uma rua com paredes e degraus azuis não produz a mesma paisagem que uma sequência de portas azuis sobre fachadas brancas. Vista de longe, uma vila com casas repintadas também oferece uma experiência diferente daquela encontrada num beco. A expressão “cidades azuis” reúne lugares em que a cor ocupa superfícies distintas e participa de histórias … Ler mais