Destinos históricos: o que observar além dos monumentos?

Fachadas coloridas diante da Praça do Mercado da Cidade Velha de Varsóvia, com pessoas, bancos e mesas externas. Ilustrando artigo Destinos históricos: o que observar além dos monumentos?

Uma fachada de aparência antiga pode ter sido reconstruída. Uma ruína pode estar cercada por bairros que continuam mudando. Um templo visitado por turistas pode manter funções religiosas que não aparecem na fotografia. Conhecer destinos históricos exige atenção a essas diferenças. A idade de um lugar, a trajetória de suas construções e os usos atuais … Ler mais

Cratera de Ngorongoro: por que reúne tantos animais?

Vista elevada do fundo de Ngorongoro, com áreas abertas, vegetação arborizada, superfície aquática e encostas ao fundo. Ilustrando artigo Cratera de Ngorongoro: por que reúne tantos animais?

Vista da borda, a Cratera de Ngorongoro parece uma grande depressão cercada por encostas. No fundo, campos, áreas alagadas, um lago e trechos arborizados dividem o espaço. Essa variedade ajuda a explicar a presença de tantos animais. As paredes, porém, não funcionam como uma cerca que mantém toda a fauna presa. Animais entram e saem, … Ler mais

Paisagem urbana de Miami: o que explica seus contrastes?

Instalações do porto de Miami em primeiro plano, com água e uma sequência de edifícios altos ao fundo, ilustrando artigo Miami: o que explica os contrastes da paisagem urbana?

Hotéis de poucos pavimentos em South Beach, torres junto à baía, pequenos comércios em Little Havana e antigos galpões em Wynwood apresentam formas diferentes de ocupação. Reunir essas imagens sob a expressão “Miami tem de tudo” descreve a variedade, mas deixa sua formação sem explicação. Os contrastes da paisagem urbana resultam de processos que se … Ler mais

Santiago do Chile: como o relevo participa da cidade?

Vista elevada de Santiago, com edifícios distribuídos pela área urbana e montanhas ao fundo. Ilustrando artigo Santiago do Chile: como o relevo participa da cidade?

As montanhas que aparecem atrás dos edifícios de Santiago do Chile fazem parte de uma relação que vai além do enquadramento da fotografia. A cidade ocupa uma bacia, reúne elevações dentro da área urbana e é atravessada pelo rio Mapocho. Essas formas participam da circulação do ar, da distribuição das águas e da organização dos … Ler mais

Japão rural: o que as casas revelam sobre o território?

Vista de Ogimachi com casas de telhados inclinados, campos verdes e encostas florestadas. Ilustrativo ao artigo Japão rural: o que as casas revelam sobre o território?

Um telhado muito inclinado chama a atenção antes de qualquer explicação. Uma rua estreita, acompanhada por fachadas de madeira, também. Mas essas formas ganham outro sentido quando perguntamos por que foram construídas assim, que atividades abrigavam e como se relacionavam com o espaço ao redor. No Japão rural, as casas ajudam a reconhecer diferenças entre … Ler mais

Vilarejos franceses: o que há de medieval na paisagem?

Igreja da abadia de Sainte-Foy cercada por casas de pedra e madeira na encosta de Conques. Ilustrando artigo Vilarejos franceses: o que há de medieval na paisagem?

Uma rua estreita entre casas de pedra pode parecer medieval à primeira vista. Torres, portas fortificadas e fachadas de madeira reforçam essa impressão. Mas a aparência de um conjunto não informa, sozinha, quando cada construção foi feita nem quanto ela mudou. Nos vilarejos franceses, o passado pode aparecer na disposição das ruas, na relação com … Ler mais

Vilarejos suíços: como o relevo organiza a ocupação?

Casas de Mürren numa encosta verde, com cabos de transporte e montanhas rochosas ao fundo. Ilustrativo ao artigo Vilarejos suíços: como o relevo organiza a ocupação?

Uma localidade acima do fundo de um vale pode parecer isolada quando observada à distância. Outra, cercada por montanhas, pode ter vivido durante séculos do transporte de mercadorias. Nos Alpes suíços, a posição das construções precisa ser entendida junto dos caminhos que as conectam. O relevo participa dessa organização ao oferecer superfícies para construir e … Ler mais

Vestígios da Oceania: o que revelam sobre o território?

Paredes de pedra de Nan Madol junto a um canal, com vegetação sobre as estruturas e nas margens. Ilustrativo ao artigo Vestígios da Oceania: o que revelam sobre o território?

Uma parede de pedra pode revelar mais do que uma antiga técnica de construção. Sua posição, os materiais empregados e a relação com outras estruturas ajudam a investigar como uma sociedade organizava o espaço. Interpretar os vestígios da Oceania exige considerar territórios muito diferentes. Construções numa lagoa, plataformas funerárias e gravuras em rochas não representam … Ler mais

Interior australiano: como se formaram essas paisagens?

Grandes blocos arredondados de granito em Karlu Karlu, cercados por vegetação baixa e árvores. Ilustrativo ao artigo Interior australiano: como se formaram essas paisagens?

Um conjunto de blocos arredondados, um anel de elevações e um maciço atravessado por gargantas podem chamar a atenção por suas formas. Para compreender essas paisagens do interior australiano, é preciso investigar os materiais, os processos e o tempo envolvido em sua formação. As rochas que vemos passaram por histórias diferentes. Algumas se formaram em … Ler mais

Círculos na África: por que nem todos são crateras?

Anéis concêntricos da Estrutura de Richat entre planaltos rochosos e faixas de areia na Mauritânia. Ilustrando artigo Círculos na África: por que nem todos são crateras?

Ao observar uma imagem de satélite, um círculo no deserto pode parecer a marca de algo que caiu do espaço. Anéis ao redor de um centro e bordas elevadas reforçam essa impressão. Mas os círculos na África mostram como formas semelhantes podem surgir de processos muito diferentes. Na Mauritânia, os anéis de Richat resultam da … Ler mais