Capitais do Cáucaso: o que muda na paisagem urbana?

Casa em Tbilisi com varandas de madeira, janelas e fachada voltada para a rua, iluistrando artigo Capitais do Cáucaso: o que muda na paisagem urbana?

Varandas abertas sobre a rua, edifícios organizados ao redor de uma praça e muralhas envolvidas pela expansão de uma metrópole oferecem pistas diferentes sobre a formação de uma cidade. Em Tbilisi, Yerevan e Baku, essas pistas ajudam a compreender algo além da aparência das fachadas. As três capitais do Cáucaso meridional têm construções de épocas … Ler mais

Águas termais no Sul: de onde vem o calor?

Piscina ao ar livre nas Termas de Piratuba, com pessoas na água e instalações ao redor. ilustrando artigo Águas termais no Sul: de onde vem o calor?

A água quente de um balneário pode chegar por um poço ou por uma surgência natural. Essa diferença explica como ela alcança a superfície, mas ainda deixa uma pergunta: onde foi aquecida? Nas águas termais no Sul do Brasil, a resposta começa pelo calor interno da Terra e pela circulação subterrânea. A profundidade, as rochas … Ler mais

Cidades fortificadas: como o terreno muda a visita?

Cidade baixa de Monemvasia entre o mar e uma escarpa rochosa, na Grécia. Ilustrando artigo Cidades fortificadas: como o terreno muda a visita?

Uma cidade cercada por muralhas pode ocupar uma faixa junto ao mar, distribuir suas ruas sobre um promontório ou prolongar suas defesas pela montanha. Essas diferenças alteram o caminho de entrada, o esforço da caminhada e aquilo que se consegue compreender durante a visita. Em Monemvasia, na Grécia, Peñíscola, na Espanha, e Kotor, em Montenegro, … Ler mais

Vilarejos nos Países Baixos: o que a água explica?

Canal de Giethoorn com barcos, caminhos nas margens, árvores e carros estacionados. Ilustrativo ao artigo Vilarejos nos Países Baixos: o que a água explica?

Canais entre casas, moinhos junto a reservatórios e moradias construídas sobre terrenos elevados podem parecer partes de uma mesma paisagem. Nos Países Baixos, porém, essas formas guardam histórias diferentes de trabalho, circulação e proteção contra a água. Giethoorn, Kinderdijk e Marken permitem reconhecer essas diferenças durante a visita. Em Giethoorn, os canais participaram do transporte … Ler mais

Ilhas remotas da Oceania: por que é tão difícil chegar?

Bounty Bay, em Pitcairn, com costa rochosa, vegetação e estruturas junto ao mar. Ilustrando artigo Ilhas remotas da Oceania: por que é tão difícil chegar?

Uma ilha pode aparecer perto de outra no mapa e exigir uma viagem longa entre elas. Também pode receber um navio sem oferecer condições para que os passageiros desembarquem. Nas ilhas remotas da Oceania, conhecer a distância é apenas o começo: o acesso depende das ligações disponíveis e de como cada trecho se encaixa no … Ler mais

Máscaras africanas: o que a peça sozinha não revela?

Quatro conjuntos de trajes Egungun com tecidos coloridos e ornamentos em exposição no Château Vodou. Ilustrativo ao artigo Máscaras africanas: o que a peça sozinha não revela?

Uma máscara exposta permite observar o trabalho da madeira, a pintura, as marcas de uso e as escolhas do artista. Mas quem a vestia? Que movimentos fazia? Havia cantos, instrumentos ou personagens que apareciam juntos? E o que aquela apresentação significava para as pessoas presentes? Essas perguntas mudam a maneira de olhar para as máscaras … Ler mais

Frio extremo na Rússia: por que a Sibéria esfria tanto?

Rua de Yakutsk com veículos, pedestres, edifícios e neve nas calçadas e nos telhados. Ilustrando artigo Frio extremo na Rússia: por que a Sibéria esfria tanto?

O frio extremo da Sibéria resulta da combinação entre pouca energia solar no inverno, grandes distâncias dos oceanos e condições atmosféricas que favorecem o resfriamento próximo ao chão. Em alguns lugares, o relevo ainda permite que o ar frio se acumule nos vales. Essa combinação ajuda a explicar a presença de localidades como Oymyakon e … Ler mais

Banhos de Tbilisi: por que se concentram em Abanotubani?

Cúpulas dos banhos de Abanotubani entre edifícios, com a encosta de Narikala ao fundo, ilustrando artigo Banhos de Tbilisi: por que se concentram em Abanotubani?

Cúpulas de tijolos aparecem entre ruas, edifícios e encostas de Abanotubani, na parte antiga de Tbilisi. Elas tornam os banhos de Tbilisi reconhecíveis na paisagem, mas a razão de sua concentração começa em um elemento que a fotografia não mostra: a água termal. O bairro reúne estabelecimentos associados ao aproveitamento dessas águas. Sua presença ajudou … Ler mais

Múmias de Guanajuato: como os corpos viraram acervo?

Sepulturas, monumentos funerários, árvores e nichos no cemitério de Santa Paula, em Guanajuato. Ilutrando artigo Múmias de Guanajuato: como os corpos viraram acervo?

As múmias de Guanajuato não foram produzidas para integrar um museu. São restos de pessoas sepultadas no cemitério de Santa Paula, na cidade mexicana, cujos corpos passaram por preservação natural e foram encontrados durante exumações. A existência desses corpos e a formação de uma coleção são processos diferentes. As condições das sepulturas ajudam a explicar … Ler mais

Orla de Guayaquil: como o rio moldou a cidade?

Área do Malecón 2000 com cobertura tensionada, bancos e guarda-corpo diante do rio Guayas ilustrando artigo Orla de Guayaquil: como o rio moldou a cidade?

Na orla de Guayaquil, construções de épocas diferentes aparecem no mesmo percurso. Um antigo mercado, um monumento à independência e os espaços do Malecón 2000 dividem a margem do rio Guayas, mas não pertencem ao mesmo momento da história urbana. Mais ao norte, Las Peñas e o cerro Santa Ana acrescentam outras relações: casas próximas … Ler mais