Santiago do Chile: como o relevo participa da cidade?

Vista elevada de Santiago, com edifícios distribuídos pela área urbana e montanhas ao fundo. Ilustrando artigo Santiago do Chile: como o relevo participa da cidade?

As montanhas que aparecem atrás dos edifícios de Santiago do Chile fazem parte de uma relação que vai além do enquadramento da fotografia. A cidade ocupa uma bacia, reúne elevações dentro da área urbana e é atravessada pelo rio Mapocho. Essas formas participam da circulação do ar, da distribuição das águas e da organização dos … Ler mais

Japão rural: o que as casas revelam sobre o território?

Vista de Ogimachi com casas de telhados inclinados, campos verdes e encostas florestadas. Ilustrativo ao artigo Japão rural: o que as casas revelam sobre o território?

Um telhado muito inclinado chama a atenção antes de qualquer explicação. Uma rua estreita, acompanhada por fachadas de madeira, também. Mas essas formas ganham outro sentido quando perguntamos por que foram construídas assim, que atividades abrigavam e como se relacionavam com o espaço ao redor. No Japão rural, as casas ajudam a reconhecer diferenças entre … Ler mais

Vilarejos franceses: o que há de medieval na paisagem?

Igreja da abadia de Sainte-Foy cercada por casas de pedra e madeira na encosta de Conques. Ilustrando artigo Vilarejos franceses: o que há de medieval na paisagem?

Uma rua estreita entre casas de pedra pode parecer medieval à primeira vista. Torres, portas fortificadas e fachadas de madeira reforçam essa impressão. Mas a aparência de um conjunto não informa, sozinha, quando cada construção foi feita nem quanto ela mudou. Nos vilarejos franceses, o passado pode aparecer na disposição das ruas, na relação com … Ler mais

Vilarejos suíços: como o relevo organiza a ocupação?

Casas de Mürren numa encosta verde, com cabos de transporte e montanhas rochosas ao fundo. Ilustrativo ao artigo Vilarejos suíços: como o relevo organiza a ocupação?

Uma localidade acima do fundo de um vale pode parecer isolada quando observada à distância. Outra, cercada por montanhas, pode ter vivido durante séculos do transporte de mercadorias. Nos Alpes suíços, a posição das construções precisa ser entendida junto dos caminhos que as conectam. O relevo participa dessa organização ao oferecer superfícies para construir e … Ler mais

Vestígios da Oceania: o que revelam sobre o território?

Paredes de pedra de Nan Madol junto a um canal, com vegetação sobre as estruturas e nas margens. Ilustrativo ao artigo Vestígios da Oceania: o que revelam sobre o território?

Uma parede de pedra pode revelar mais do que uma antiga técnica de construção. Sua posição, os materiais empregados e a relação com outras estruturas ajudam a investigar como uma sociedade organizava o espaço. Interpretar os vestígios da Oceania exige considerar territórios muito diferentes. Construções numa lagoa, plataformas funerárias e gravuras em rochas não representam … Ler mais

Interior australiano: como se formaram essas paisagens?

Grandes blocos arredondados de granito em Karlu Karlu, cercados por vegetação baixa e árvores. Ilustrativo ao artigo Interior australiano: como se formaram essas paisagens?

Um conjunto de blocos arredondados, um anel de elevações e um maciço atravessado por gargantas podem chamar a atenção por suas formas. Para compreender essas paisagens do interior australiano, é preciso investigar os materiais, os processos e o tempo envolvido em sua formação. As rochas que vemos passaram por histórias diferentes. Algumas se formaram em … Ler mais

Círculos na África: por que nem todos são crateras?

Anéis concêntricos da Estrutura de Richat entre planaltos rochosos e faixas de areia na Mauritânia. Ilustrando artigo Círculos na África: por que nem todos são crateras?

Ao observar uma imagem de satélite, um círculo no deserto pode parecer a marca de algo que caiu do espaço. Anéis ao redor de um centro e bordas elevadas reforçam essa impressão. Mas os círculos na África mostram como formas semelhantes podem surgir de processos muito diferentes. Na Mauritânia, os anéis de Richat resultam da … Ler mais

Cidades fantasmas nas Américas: o que o abandono não explica?

Caixa-d’água metálica ao lado de um galpão com janelas deterioradas e vegetação no entorno, em Fordlândia. Ilustrativo ao artigo Cidades fantasmas nas Américas: o que o abandono não explica?

Um galpão com janelas quebradas pode sugerir que ninguém vive mais naquele lugar. Uma rua vazia parece reforçar a impressão. Mas uma fotografia de ruínas não mostra, necessariamente, o que aconteceu com todo o povoamento. As cidades fantasmas nas Américas apresentam situações diferentes. Em Fordlândia, o fim do empreendimento empresarial não eliminou a ocupação das … Ler mais

Lagos rosas da Austrália: o que produz essa cor?

Vista aérea do Lago Hillier com água rosa, margem clara e vegetação, com o mar azul ao fundo. Ilustrando artigo Lagos rosas da Austrália: o que produz essa cor?

Um lago rosa ao lado do mar azul chama a atenção antes de qualquer explicação. A imagem pode sugerir um reflexo incomum ou algum mineral dissolvido na água. Nos exemplos australianos estudados, porém, a resposta passa por organismos pequenos demais para serem vistos individualmente a olho nu. Algas e outros microrganismos produzem pigmentos, substâncias que … Ler mais

Monumentos de concreto na Europa: por que estão ali?

Monumento da Flor de Jasenovac visto de baixo, com superfícies curvas de concreto contra o céu, em fotografia em preto e branco. Ilustrando artigo Monumentos de concreto na Europa: por que estão ali?

Um edifício circular no alto de uma montanha. Uma flor de concreto num terreno aberto. Buzludzha, na Bulgária, e o memorial de Jasenovac, na Croácia, chamam a atenção pelas formas, mas sua localização ajuda a explicar o que representam. O primeiro ocupa um cume associado a acontecimentos da história búlgara e foi utilizado como espaço … Ler mais