Vilarejos nos Países Baixos: o que a água explica?

Canal de Giethoorn com barcos, caminhos nas margens, árvores e carros estacionados. Ilustrativo ao artigo Vilarejos nos Países Baixos: o que a água explica?

Canais entre casas, moinhos junto a reservatórios e moradias construídas sobre terrenos elevados podem parecer partes de uma mesma paisagem. Nos Países Baixos, porém, essas formas guardam histórias diferentes de trabalho, circulação e proteção contra a água. Giethoorn, Kinderdijk e Marken permitem reconhecer essas diferenças durante a visita. Em Giethoorn, os canais participaram do transporte … Ler mais

Ilhas remotas da Oceania: por que é tão difícil chegar?

Bounty Bay, em Pitcairn, com costa rochosa, vegetação e estruturas junto ao mar. Ilustrando artigo Ilhas remotas da Oceania: por que é tão difícil chegar?

Uma ilha pode aparecer perto de outra no mapa e exigir uma viagem longa entre elas. Também pode receber um navio sem oferecer condições para que os passageiros desembarquem. Nas ilhas remotas da Oceania, conhecer a distância é apenas o começo: o acesso depende das ligações disponíveis e de como cada trecho se encaixa no … Ler mais

Máscaras africanas: o que a peça sozinha não revela?

Quatro conjuntos de trajes Egungun com tecidos coloridos e ornamentos em exposição no Château Vodou. Ilustrativo ao artigo Máscaras africanas: o que a peça sozinha não revela?

Uma máscara exposta permite observar o trabalho da madeira, a pintura, as marcas de uso e as escolhas do artista. Mas quem a vestia? Que movimentos fazia? Havia cantos, instrumentos ou personagens que apareciam juntos? E o que aquela apresentação significava para as pessoas presentes? Essas perguntas mudam a maneira de olhar para as máscaras … Ler mais

Frio extremo na Rússia: por que a Sibéria esfria tanto?

Rua de Yakutsk com veículos, pedestres, edifícios e neve nas calçadas e nos telhados. Ilustrando artigo Frio extremo na Rússia: por que a Sibéria esfria tanto?

O frio extremo da Sibéria resulta da combinação entre pouca energia solar no inverno, grandes distâncias dos oceanos e condições atmosféricas que favorecem o resfriamento próximo ao chão. Em alguns lugares, o relevo ainda permite que o ar frio se acumule nos vales. Essa combinação ajuda a explicar a presença de localidades como Oymyakon e … Ler mais

Tbilisi gastando pouco: como organizar a visita?

Igreja de Metekhi e edifícios sobre uma escarpa junto ao rio Mtkvari, em Tbilisi. Ilustrando artigo Tbilisi gastando pouco: como organizar a visita?

Conhecer Tbilisi gastando pouco exige atenção às escolhas do percurso. Uma hospedagem com diária menor pode exigir mais deslocamentos. Um mirante acessível a pé pode envolver uma subida cansativa. Um transporte usado para conhecer a cidade pode ter tarifa diferente daquela cobrada no ônibus. Na capital georgiana, o rio Mtkvari separa as margens, as encostas … Ler mais

Múmias de Guanajuato: como os corpos viraram acervo?

Sepulturas, monumentos funerários, árvores e nichos no cemitério de Santa Paula, em Guanajuato. Ilutrando artigo Múmias de Guanajuato: como os corpos viraram acervo?

As múmias de Guanajuato não foram produzidas para integrar um museu. São restos de pessoas sepultadas no cemitério de Santa Paula, na cidade mexicana, cujos corpos passaram por preservação natural e foram encontrados durante exumações. A existência desses corpos e a formação de uma coleção são processos diferentes. As condições das sepulturas ajudam a explicar … Ler mais

Orla de Guayaquil: como o rio moldou a cidade?

Área do Malecón 2000 com cobertura tensionada, bancos e guarda-corpo diante do rio Guayas ilustrando artigo Orla de Guayaquil: como o rio moldou a cidade?

Na orla de Guayaquil, construções de épocas diferentes aparecem no mesmo percurso. Um antigo mercado, um monumento à independência e os espaços do Malecón 2000 dividem a margem do rio Guayas, mas não pertencem ao mesmo momento da história urbana. Mais ao norte, Las Peñas e o cerro Santa Ana acrescentam outras relações: casas próximas … Ler mais

Destinos históricos: o que observar além dos monumentos?

Fachadas coloridas diante da Praça do Mercado da Cidade Velha de Varsóvia, com pessoas, bancos e mesas externas. Ilustrando artigo Destinos históricos: o que observar além dos monumentos?

Uma fachada de aparência antiga pode ter sido reconstruída. Uma ruína pode estar cercada por bairros que continuam mudando. Um templo visitado por turistas pode manter funções religiosas que não aparecem na fotografia. Conhecer destinos históricos exige atenção a essas diferenças. A idade de um lugar, a trajetória de suas construções e os usos atuais … Ler mais

Cratera de Ngorongoro: por que reúne tantos animais?

Vista elevada do fundo de Ngorongoro, com áreas abertas, vegetação arborizada, superfície aquática e encostas ao fundo. Ilustrando artigo Cratera de Ngorongoro: por que reúne tantos animais?

Vista da borda, a Cratera de Ngorongoro parece uma grande depressão cercada por encostas. No fundo, campos, áreas alagadas, um lago e trechos arborizados dividem o espaço. Essa variedade ajuda a explicar a presença de tantos animais. As paredes, porém, não funcionam como uma cerca que mantém toda a fauna presa. Animais entram e saem, … Ler mais

Paisagem urbana de Miami: o que explica seus contrastes?

Instalações do porto de Miami em primeiro plano, com água e uma sequência de edifícios altos ao fundo, ilustrando artigo Miami: o que explica os contrastes da paisagem urbana?

Hotéis de poucos pavimentos em South Beach, torres junto à baía, pequenos comércios em Little Havana e antigos galpões em Wynwood apresentam formas diferentes de ocupação. Reunir essas imagens sob a expressão “Miami tem de tudo” descreve a variedade, mas deixa sua formação sem explicação. Os contrastes da paisagem urbana resultam de processos que se … Ler mais